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sábado, 4 de junho de 2016

PLANO DE AULA: Festa Junina


Objetivo Geral


Oferecer  oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de brincadeiras e apresentações características à festa junina. 

Objetivos Específicos
Ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas. 
Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo.  
Conhecer a origem e as características das festas juninas.
Valorizar a tradição das festas juninas.

Socializar com a comunidade escolar e familiar.

Desenvolver a linguagem oral e escrita e ampliar o vocabulário.

Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema.

Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras. 
Promover a Festa junina na escola.  

 Conteúdo(s) 
  • Motricidade fina e ampla;
  • Expressões gráficas: desenho, pintura, montagem, colagem;
  • Criatividade, imaginação;
  • Música, ritmo e dramatização;
  • Socialização.

Ano(s) 
 
Educação Infantil/1° ano 

Tempo estimado
        Duas semanas


Materiais Necessários  
Papelão, cartolina, papel pardo, jornais, Revistas, papel cartão, papéis coloridos,TNT, retalhos de tecidos, tampinhas, barbante, pincel atômico, EVA, lápis de cor, giz de cera, guache, cola colorida, cola. 
Desenvolvimento 
1ª etapa 

Pesquisa com a participação família das crianças sobre as comidas, brincadeiras, a dança, etc tradicionais de festa junina e MONTAR GRÁFICO; 
Retomar a pesquisa na hora da rodinha.
Gráfico: a coluna maior representa ex: a brincadeira mais citada pela família, a segunda   coluna a brincadeira mais citada e assim sucessivamente.

       2ª etapa
-Em grupos as crianças farão a ornamentação da sala de aula com correntes, bandeiras, balões etc.
    







       
  3ª etapa
- Pintura e colagem de boneco/a caipira articulado.  
- Levar para casa junto com a  família vestir o/a boneco/a com roupas juninas. Cada criança apresentar o/a seu/sua boneco/a vestido/a para a festa junina .
        - Dar nome para o/a boneco/a.
       - Fazer texto, criando uma história.
Colar o/a boneco/a em um papel grosso (papelão, papel cartão etc)







     












4ª etapa
 - Ouvir, cantar e dançar as músicas: Ex: Caí Cai Balão e/ou as outras sugestões. 
- Escrever a música em cartolina ou papel pardo, pintar e contar quantas vezes aparece a palavra BALÃO (ou outra palavra).  
 - FAZER uma relação junto com as crianças de palavras que iniciem com a letra B ou outra letra. 
  - Escrever algumas palavras da música e contar o número de letras.

- Entregar a música para cada criança para que façam a decoração da música, através de desenhos, colagens, pintura, etc. 

 - Música: Cai Cai Balão

Cai cai balão, cai cai balão
  
Na rua do sabão 
Não Cai não, não cai não, não cai não 
Cai aqui na minha mão !
Cai cai balão, cai cai balão 
Aqui na minha mão 
Não vou lá, não vou lá, não vou lá 
Tenho medo de apanhar ! 
 CAPELINHA DE MELÃO

autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro  
Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.

Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.


PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago 


Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.

A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.

E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.


 BALÃOZINHO 
 Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.

Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.

Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.

Quanto mal faz um balão.


SONHO DE PAPEL  
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro 
O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.

Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.

Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.


PULA A FOGUEIRA
             autor: João B. Filho

Pula a fogueira Iaiá, 
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.

Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.

Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.


Isto é Lá Com Santo Antônio  
Autor: Lamartine Babo
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isto é lá com Santo Antônio!
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio

São João ficou zangado
São João só dá cartão
Com direito a batizado
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Disse o velho num sorriso:
Minha gente, eu sou chaveiro!
Nunca fui casamenteiro!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio

Noites de junho  
Autor: João de Barro e Alberto Ribeiro  
Noite Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu vão subindo
Entre as nuvens aos poucos sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser com certeza
As estrelas aqui desse mundo
As estrelas do espaço profundo
São os balões lá do céu
Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado, cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo de listas azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las ser astro no céu
Hoje, balão apagado, acabas rasgado
Em trapos ao léu.


  Olha Pro Céu Meu Amor  
Autores: José Fernandes e Luiz Gonzaga 


Olha pro céu meu amor
Veja como ele está lindo
Olha pra'quele balão multicor
Que lá no céu vai sumindo

Foi numa noite
Igual a esta 
Que tu me deste
O teu coração
O céu estava
Todinho em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xote e baião no salão
E no terreiro o seu olhar
Que incendiou meu coração
 etapa 
- Pescaria: confeccionar peixes coloridos, colar em cada peixe letras , número ou palavras. Fazer mais de uma vara de pesca para ficar mais dinâmica a aula.
  












       6ª etapa
- Levar as crianças para o pátio e organizar várias  BRINCADEIRAS:
Corrida do saco, corrida com o "ovo" na colher, corrida do prendedor, Bola no balão, Boliches de garrafas pet.
               
Corrida do saco
Corrida com "ovo" na colher






                     
                    Jogar a Bola no balão 
Boliche
        etapa
Organizar um dia para que as crianças venham caracterizadas de caipira. Fazer o Desfile de casais  caipiras e apresentação e apresentação de quadrilhas e/ou outras danças;

APRESENTAÇÃO




Passos e comandos mais utilizados na dança da quadrilha 
BALANCÊ (balancer) – Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
É usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem no BALANCÊ. E vice-versa,
ANAVAN (en avant) – Avante, caminhar balançando os braços.
RETURNÊ (returner) – Voltar aos seus lugares.
TUR (tour) – Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.
A dança tem os seguintes Passos:
 
1. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma diante da outra e separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando. 
2. CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU “CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS”
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.
 
3. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU “DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS”
As damas, balançando o corpo, caminham até os cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.
 
4. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Com os braços levantados, giram pela direita e dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa.
 
5. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando “Primeiras marcas ao centro”, apenas os pares vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, e os outros fazem o passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo “aos seus lugares”, os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de “Segundas marcas ao centro”, os pares de no. 2 fazem o mesmo.
 
6. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.
 
7. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.
 
8. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar por todos os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.
 
9. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.
 
10. ANAVAN TUR
A dama e o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.
 
11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.
 
12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo. A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.
 
13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.
 
14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.
 
15. DESVIAR
É a palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.
 
16. A GRANDE RODA
A fila é única agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dadas, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo “Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação “Duas rodas, cavalheiros para dentro, acontece o inverso. As rodas obedecem ao comando, movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for “Damas à esquerda e “Cavalheiros à direita” ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
 
17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dadas, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.
 
18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora que erguem os braços, de mãos dadas, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dadas, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.
 
19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dadas, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!
 
20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
 
21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente. Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, Paranaenses e Paulistas, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar. 
8ª etapa 
Avaliação: 
Será através da observação e registro das participações dos/as alunos/as e dificuldades apresentadas nas atividades.
É muito importante fazer o relatório de observação.
Observe diariamente 3 ou 4 crianças e faça o relatório,  se houver um fato interessante com outra criança que não está sendo observada naquele dia, não deixe de fazer anotações. Sendo assim, o/a professor/a garante que todas as crianças estão sendo acompanhadas. 
Fonte:  
http://www.infoescola.com/musica/danca-de-quadrilha/  
Imagens da Internet


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